Os sais minerais

Os sais minerais catalisam e regularizam os processos de assimilação dos alimentos. O organismo necessita de cerca de 20, mas os principais são o cálcio, o sódio, o potássio e o ferro. O iodo e, em menor grau, o flúor, o zinco e o cobre também tem um papel importante. Uma alimentação variada garante o aporte adequado. Quando se adotam dietas pouco equilibradas, surgem carências que podem ser prejudiciais. A mais comum é a anemia, por falta de ferro.

O cálcio é essencial para a formação dos ossos e dos dentes. É particularmente importante para as crianças, adolescentes, mulheres na menopausa e grávidas. Os laticínios e as hortaliças de folhas verdes são os mais ricos neste mineral.

Um regime alimentar normal contém quantidades relativamente importantes de sal (ou cloreto de sódio), geralmente muito superiores às necessidades do organismo. Por isso, não é necessário reforçar o seu consumo, exceto em casos de perdas elevadas de líquidos, relacionadas com transpiração excessiva, diarreia ou vómitos.

O ferro é necessário para a produção de hemoglobina, cuja função é essencial para o transporte do oxigénio. A carne vermelha, a gema de ovo, o fígado e os rins são os alimentos mais ricos neste mineral.

O iodo, em pequena quantidade, garante o bom funcionamento era glândula tiroide. Pode encontrar-se na água do mar, no peixe, nos crustáceos e no sal iodado. A sua carência leva ao aparecimento de bócio endémico. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo diário de sal nào exceda 5 gramas.

Os efeitos do flúor alimentar têm sido objeto de grande atenção. Os especialistas são unânimes em reconhecer-lhe qualidades na prevenção das cáries dentárias. Nas regiões onde é acrescentado, em quantidades mínimas, à água da torneira, reduz-se o número de casos desta doença.